JAMES K. A. SMITH E O PODER FORMATIVO DAS LITURGIAS CULTURAIS

Autores

  • ANDERSON BARBOSA PAZ UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

DOI:

https://doi.org/10.53021/summaesapientiae.v5i1.103

Palavras-chave:

Antropologia Cristã; Cosmovisão Cristã; James K. A. Smith; Liturgias Culturais.

Resumo

O artigo tem o objetivo de apresentar a perspectiva de James K. A. Smith sobre o poder formativo das liturgias culturais. Para isso, busca identificar, a partir da concepção de Smith, como o poder dos hábitos ou liturgias culturais modelam os amores humanos. Propõe-se uma revisão das obras “Você é aquilo que ama” e da trilogia “Liturgias Culturais”, composta pelos livros “Desejando o reino”, “Imaginando o reino” e “Aguardando o Rei”. O interesse preponderante do texto será antropológico-cultural. A conclusão é que Smith apresenta uma importante contribuição à reflexão antropológico-cultural cristã ao reconhecer a força das narrativas, dos hábitos e das liturgias na formatação da cosmovisão, adoração e imaginário dos seres humanos.

Biografia do Autor

  • ANDERSON BARBOSA PAZ, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

    Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Federal da Paraíba. Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba.

Publicado

2022-08-30

Edição

Seção

Artigos científicos